Hoje mais do que nunca, eu escrevo algo com tudo o que eu sinto. Sinceridade. E não vou falar sobre quem você é, mas sim sobre o que você têm sido na minha vida e em como o tempo revela isso a cada dia mais. Sei que passamos por pontos que colocaram a prova muito do nosso caráter e talvez da confiança que um poderia depositar no outro.
Acho que a amizade é assim mesmo, como tudo na vida, indefinido. É uma coisa que a gente vai construindo de degrau em degrau, mas às vezes tem coisas que a gente simplesmente precisa atravessar. Dói muito, é verdade. Mas um relacionamento construído somente a base de pequenas ou grandes alegrias, pode ser muito perigoso. Prefiro a cumplicidade, que se fez presente em muitos momentos. E alguns deles, bem ou mal compreendidos, sei que também serviram como uma lição específica para a minha vida e a sua. Num caminho trilhado por duas pessoas, ninguém vai acertar cem por cento sempre. Mas vale a tentativa de pelo menos ser melhor, se fazer uma pessoa melhor e tomar como parte do passado uma lição para construir algo bom.
O que mais me alegra é saber que, a duras penas, vamos evoluindo e presenciando a evolução das pessoas que estão do nosso lado. Não sei, quis escrever tudo isso porque acho que só as coisas que vem do coração valem a pena.
domingo, 31 de maio de 2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
Onde a vida é de sonhar
Estar devidamente perdido não pode ser considerado um erro, se você sabe onde está mas o único problema é saber como sair do lugar em que foi parar.
Sabe, sempre digo que o tempo te prepara.
Ele estranhamente nos coloca em situções que de uma maneira ou de outra, tecerão nosso próximo adeus.
O tempo é feito de um tipo de adeus, uma forma de deixar algo para trás, de despir-se daquele sentimento que impedia o caminho ou daquele 'eu' um pouco incompleto, um pouco incompreendido.
Acho que no fim a gente descobre que nunca aprendeu a lidar com o tempo de fato. Só fingimos que percebemos como faz falta, quando ele nos tira algo que em algum momento afetou nossa vivência de cada dia.
Algo ou alguém.
Ou tirar-nos de nós mesmos.
Claro, existe sim o desejo nostálgico de ser cada dia melhor.
Mas, e quando você sente falta do que foi e estranhamente não sabe mais voltar a ser o que era, porque aquele seu tempo já não o é mais.
E quando a melhoria de fato não existe?
Viver uma vida de ontens pode não satisfazer seus desejos do agora.
Talvez viver essa mesma vida de ontens satisfizesse somente o que você era.
Acho que a vida tem que, de vez em quando, atropelar algumas coisas do caminho, só para seguir seu turno. A culpa não é nossa, a culpa não é dela, talvez seja a lei do que deve.
Deve e ponto. E nós, telespectadores de nossas próprias histórias.
SERÁ?
Sabe, sempre digo que o tempo te prepara.
Ele estranhamente nos coloca em situções que de uma maneira ou de outra, tecerão nosso próximo adeus.
O tempo é feito de um tipo de adeus, uma forma de deixar algo para trás, de despir-se daquele sentimento que impedia o caminho ou daquele 'eu' um pouco incompleto, um pouco incompreendido.
Acho que no fim a gente descobre que nunca aprendeu a lidar com o tempo de fato. Só fingimos que percebemos como faz falta, quando ele nos tira algo que em algum momento afetou nossa vivência de cada dia.
Algo ou alguém.
Ou tirar-nos de nós mesmos.
Claro, existe sim o desejo nostálgico de ser cada dia melhor.
Mas, e quando você sente falta do que foi e estranhamente não sabe mais voltar a ser o que era, porque aquele seu tempo já não o é mais.
E quando a melhoria de fato não existe?
Viver uma vida de ontens pode não satisfazer seus desejos do agora.
Talvez viver essa mesma vida de ontens satisfizesse somente o que você era.
Acho que a vida tem que, de vez em quando, atropelar algumas coisas do caminho, só para seguir seu turno. A culpa não é nossa, a culpa não é dela, talvez seja a lei do que deve.
Deve e ponto. E nós, telespectadores de nossas próprias histórias.
SERÁ?
sábado, 9 de maio de 2009
nós dois até o final.
Existe sim.
Em algum lugar, eu sei que tem,
Alguma coisa que ainda vai me fazer bem.
Coisas ocultas agradavam até certo ponto,
Mas a verdade é: não há certo ou errado.
O primeiro ponto deveria ser o de partida
Além disso, hoje não há começo, meio ou fim.
As coisas vão se ligando umas nas outras e até gosto que sejam assim.
Certa vez ouvi que as pessoas eram diferentes umas das outras.
E é justamente essa questão de diferença que torna a existência de cada um mais válida.
Caminhamos até onde, ou melhor, para onde?
Para essa pergunta prefiro deduzir que depende.
Pode ser doce ou leve se quisermos,
Ou sujo e triste se esperarmos.
Esperar pela solidão, procurar respotas no silêncio,
Observar a vida cumprindo seu papel.
E nós, seguindo sem saber e deixando com que as coisas se percam e se vão.
Mas eu queria saber se a vida também é uma grande brincadeira,
Da qual podemos simplesmente nos arriscar com coragem.
É Deus, parece que vai ser nós dois até o final.
Em algum lugar, eu sei que tem,
Alguma coisa que ainda vai me fazer bem.
Coisas ocultas agradavam até certo ponto,
Mas a verdade é: não há certo ou errado.
O primeiro ponto deveria ser o de partida
Além disso, hoje não há começo, meio ou fim.
As coisas vão se ligando umas nas outras e até gosto que sejam assim.
Certa vez ouvi que as pessoas eram diferentes umas das outras.
E é justamente essa questão de diferença que torna a existência de cada um mais válida.
Caminhamos até onde, ou melhor, para onde?
Para essa pergunta prefiro deduzir que depende.
Pode ser doce ou leve se quisermos,
Ou sujo e triste se esperarmos.
Esperar pela solidão, procurar respotas no silêncio,
Observar a vida cumprindo seu papel.
E nós, seguindo sem saber e deixando com que as coisas se percam e se vão.
Mas eu queria saber se a vida também é uma grande brincadeira,
Da qual podemos simplesmente nos arriscar com coragem.
É Deus, parece que vai ser nós dois até o final.
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