
Já era noite quando a vida resolveu habitar aquela casa da colina.
Não sei se posso chamar de vida aquilo que estava ali, mas se existe um coração e ele bate, então é vida? Ou a vida é mais que isso afinal?
Só sei que ali batia um coração vívido, forte e sagaz. E ele era faminto, mas não sabia ao certo de quê.
O Solitário pasmava diante de tal milagre que estava em frente a seus olhos. Era a vida criando espaço e dando forma.
E ela nasceu dançando, dominada por pliês e mãos delicadas no ar. Girava estonteante, como quem mal se importa com outro tipo de problema.
Tinha um brilho no olhar e um coração carregado de doçura.
Sonhava mais que criança, e pra sonho não se encontra cura.
Se concentrava em nascer, em nascer para a vida.
E isso fazia muito bem , obrigada.
Não sei se posso chamar de vida aquilo que estava ali, mas se existe um coração e ele bate, então é vida? Ou a vida é mais que isso afinal?
Só sei que ali batia um coração vívido, forte e sagaz. E ele era faminto, mas não sabia ao certo de quê.
O Solitário pasmava diante de tal milagre que estava em frente a seus olhos. Era a vida criando espaço e dando forma.
E ela nasceu dançando, dominada por pliês e mãos delicadas no ar. Girava estonteante, como quem mal se importa com outro tipo de problema.
Tinha um brilho no olhar e um coração carregado de doçura.
Sonhava mais que criança, e pra sonho não se encontra cura.
Se concentrava em nascer, em nascer para a vida.
E isso fazia muito bem , obrigada.


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